Não sinto sua falta, nem do que me foi.
Sinto certa falta do que me ensinava, do quanto não prestava.
Da sinceridade no olhar que só eu via.
E os sorrisos falsos que soltava, como enganava.
Pobres corações os que você partiu e parte.
E como eu aprendi a ser assim, forte.
Aprendi com suas verdades, e com suas mentiras.
Com a confiança que existia, e que se foi junto com você.
sábado, 31 de março de 2012
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