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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

AMIZADE.

Olhe essa fotografia, quando olho pra ela, morro de rir. Isso é o começo de uma música, mas se aplica tão bem aqui. Quando olho pra nós, carinhas de crianças, bichinhos do mato, olhos ingênuos. Nunca imaginei que sentiria tanta saudade de momentos tão sem noção. Que o tempo passaria, que a distância nos pegaria, que tudo seria assim, solidão. Que falta de rir das lezeiras, das caretas, das piadas sem graça, das brigas no meio da praça. Saudades dos gritos, dos choros, dos abraços de consolo. Como dói lembrar de tantos momentos, sentindo esse abandono, temendo que seja o fim. Que chato pensar em vocês como se fizessem parte de um passado distante. Que ruim achar que o arremate pode nos ter feito vítimas, e que não tem como voltar. Que péssimo sentir minha lágrima escorrer enquanto escrevo o quando sinto falta. E a mim, agora, só resta a paciência e a fé. Acreditar que tudo ainda vai ser como era antes. Que nossa terra do nunca existe, e que fora dela, nada mais importa, nada é real. Que sempre seremos nós, juntos pra tudo, coisas boas ou não, úteis ou em vão, companheirismo e emoção. Prefiro simplesmente abrir esse sorriso, e acreditar que ainda é pra sempre!  

                                 Aos meus idiotas que eu amo


Mais além desses da foto.

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