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sábado, 10 de setembro de 2011

SINA.

Saudade
Palavras não esquecidas
Mas que não consigo lembrar

Sorriso
Aquele jeito encantador
De ser tão cínico e dissimulado

Passos
Afastamos-nos mais a cada dia
E quem pediu? E de quem é a culpa?

Sinceridade
Já não sei até onde fomos verdade
E desde quando somos mentira

Choro
E a hora de crescer
Perto ou longe um do outro

Paz
E a sensação de dever cumprido
O que foi, apenas foi, sem mais nem mais.

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